Embraer - A empresa brasileira que não usa IA — ela vende
A Embraer não adotou AI. Exporta inteligência operacional para airlines no mundo inteiro. O segredo não é tecnologia — são décadas de dado estruturado.
Análise executiva sobre a infraestrutura invisível que separa empresas que entendem o sinal das que só automatizam o ruído.
A Embraer não adotou AI. Exporta inteligência operacional para airlines no mundo inteiro. O segredo não é tecnologia — são décadas de dado estruturado.
Três empresas. Três bilhões queimados. Um erro: ninguém inspecionou a fundação antes de construir.
86% dos líderes dizem que sua implementação de AI é best-in-class. 29% dizem estar prontos para os riscos. A distância entre os dois números não é um gap — é um diagnóstico de autoengano organizacional.
Mais de 80% usam AI não autorizada. O custo médio por incidente é US$ 4,63 MI. E quem mais usa sem controle são os executivos.
O algoritmo foi apontado como vilão — mas o colapso foi sistêmico. O que o caso Zillow revela sobre governança de AI em escala.
Como a General Mills economizou $20 milhões otimizando 5.000 embarques diários com machine learning — e o que torna esse case difícil de replicar.
A Klarna anunciou que seu chatbot fazia o trabalho de 700 agentes. Quinze meses depois, voltou a contratar humanos. O que deu errado — e o que o incentivo do CEO tem a ver com isso.
Blockchain, metaverso, RPA, AI. O roteiro é o mesmo há 30 anos. Por que executivos continuam caindo? A estrutura de incentivo que mantém o noise floor alto — e o framework para cortá-lo.
O Google DeepMind publicou um paper rigoroso sobre governança de agentes de AI. E assume um ambiente que a maioria das empresas não tem. O elefante que o paper não menciona,
Um modelo de AI define bola perfeitamente. Mas nunca chutou uma. O que isso revela sobre inteligência — e sobre decisões de AI.