A IBM perdeu 13% após um blog da Anthropic sobre COBOL — mas já vende a mesma ferramenta desde 2023. O sinal não é sobre COBOL morrer. É sobre lock-in perder força. Hoje mainframe. Amanhã SAP.
O software mais caro do mundo é aquele que funciona perfeitamente e ninguém usa. Uma análise sobre por que a variável humana é tratada como apêndice em todo roadmap de transformação.
Às 1h50 da manhã, Derek Mobley recebeu uma rejeição. Ele tinha submetido a candidatura menos de uma hora antes. Do outro lado não havia recrutador acordado. Havia um algoritmo — e a decisão já estava tomada. O caso que se seguiu mudou a responsabilidade de quem usa IA em contratação.
Apenas 16,3% da população global usa IA generativa. 95% dos pilotos corporativos falham. O padrão não é novidade — é a curva J. Quem entende o vale sobrevive. Quem não entende, desiste e paga duas vezes.
A Embraer não adotou AI. Exporta inteligência operacional para airlines no mundo inteiro. O segredo não é tecnologia — são décadas de dado estruturado.
Três empresas. Três bilhões queimados. Um erro: ninguém inspecionou a fundação antes de construir.
86% dos líderes dizem que sua implementação de AI é best-in-class. 29% dizem estar prontos para os riscos. A distância entre os dois números não é um gap — é um diagnóstico de autoengano organizacional.
Mais de 80% usam AI não autorizada. O custo médio por incidente é US$ 4,63 MI. E quem mais usa sem controle são os executivos.
O algoritmo foi apontado como vilão — mas o colapso foi sistêmico. O que o caso Zillow revela sobre governança de AI em escala.
Como a General Mills economizou $20 milhões otimizando 5.000 embarques diários com machine learning — e o que torna esse case difícil de replicar.